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25/01/2017

 

O jovem tem se deparado com inúmeras dificuldades para ingressar no mercado de trabalho... profissões desaparecendo, outras surgindo... novas tecnologias que ajudam, mas por outro lado, provocam muita distração que prejudica o desempenho e a produtividade. Toda moeda tem duas faces, não é mesmo? O que ganhamos com a globalização e a informação em tempo real? Velocidade, agilidade... Mas o que perdemos? Foco, terminalidade...

 

Como controlar os acessos ao FB, WhatsApp, Instagram, YouTube etc na hora do expediente, principalmente agora que as empresas também se utilizam do WhatsApp para se comunicar? Como controlar aquela espiadinha quando entra a notificação no seu telefone? Você que está lendo esse artigo... quantas vezes por dia você acessa sua página nesses aplicativos ou verifica suas mensagens durante o expediente? Se você não trabalha no departamento de marketing, comunicação ou monitoramento de redes e respondeu até 2 vezes ao dia, seu caso tem salvação. Hahaha!

 

Então vamos aos outros problemas...

O jovem que entra no mercado de trabalho agora nasceu numa geração que teve contato com a tecnologia da informação desde sempre. Aprendeu a mexer e brincar com o paint brush no jardim de infância e a jogar no celular do pai e da mãe desde bebê... ninguém usa mais o telefone celular para falar e sim para conversar utilizando aplicativos, tirar fotos, mandar e-mails, postar nas redes sociais e... quanto tempo do seu dia você dedica a essas atividades? Quanto da sua vida pessoal e profissional você se priva para se manter conectado?

 

Bem, basicamente esse é o grande problema da atualidade, o desejo insaciável do indivíduo de se manter conectado. Isso tem roubado horas de convívio entre as pessoas e horas de produção no meio empresarial. O jovem que se acostumou com toda essa conexão digital via de regra não "aprendeu" a lidar com o outro, com o companheiro de equipe, com o chefe...não se pode "desligar" essas pessoas das nossas vidas como fazemos com o telefone, tablet ou computador... Precisamos encará-las e corresponder às suas necessidades, expectativas, horários, prazos, urgências, humor (ou mau humor)... não tem botão desliga!

 

Qual é o perfil básico comportamental do jovem de hoje? Ele alcança a formação universitária precoce, comparado às gerações anteriores, ele tem pressa de subir e galgar postos de relevância na empresa... mas precisa estar preparado para assumir a liderança de outras pessoas. Liderar requer inteligência emocional, isto é estar maduro emocionalmente e representa olhar para além do próprio umbigo, significa enxergar o outro, respeitar suas limitações e muito mais... Ouvir uma pergunta até o final antes de responder, escutar uma resposta até o final antes de contestá-la... ler um e-mail na íntegra e não se ater somente as palavras chaves, e responder exatamente tudo o que foi perguntado... e nunca, nunca responder possuído de raiva ou ressentimento. Equivale a trabalhar como quem joga frescobol. Observe que este é um jogo de cooperação, onde cada jogador faz de tudo para rebater a bola e ainda devolver o melhor possível para o seu "oponente". O trabalho dos dois é não deixar a bola cair, e o jovem possui tudo que ele necessita para desenvolver um bom jogo, é só não enxergar o outro como adversário.

 

Para despertar essas habilidades de liderança e trabalho em equipe, será necessário trabalhar firme no autoconhecimento. Identificar as fortalezas para explorá-las, e principalmente as deficiências para desenvolvê-las. E nesse sentido, os jovens têm alternativas interessantes para lançar mão, como o coaching ou o team coaching, dependendo do enfoque que se quer dar ao aprimoramento e do tempo disponível para se dedicar ao sucesso. Porque para colher é preciso plantar antes...

 

 

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